TJAC e Instituto do Meio Ambiente dialogam sobre ações conjuntas para Área de Proteção Permanente da Justiça

Área verde, chamada Bosque da Justiça, é administrada pelo TJAC e já recebeu ações de reflorestamento e garantiu ao Judiciário prêmio nacional. Agora, a proposta é avançar nas iniciativas que beneficiem o lugar com foco na preservação

O meio ambiente ecologicamente equilibrado é um direito constitucional. Para avançar na consolidação desse direito, com realização de iniciativas de sustentabilidade, com foco na proteção ambiental, o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) dialogou nesta segunda-feira, 20, com Instituto do Meio Ambiente do Estado do Acre (Imac) sobre projetos para beneficiar o Bosque da Justiça, área verde que cerca o prédio sede do Tribunal estadual.

O Bosque da Justiça é uma Área de Preservação Permanente (APP), cedida ao Judiciário pelo Estado por meio do Decreto n.°4.234 de 2016. A região verde de responsabilidade da Coordenadoria de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental (Cosus) do TJAC, já teve ações de reflorestamento, limpeza de trilha e, em 2020, conquistou o prêmio A3P (Agenda Ambiental na Administração Pública) do Ministério do Meio Ambiente.

Durante a conversa com o presidente do TJAC, desembargador Laudivon Nogueira, os integrantes do órgão estadual apresentaram projeto para desenvolver atrativos ambientais na região, e implementar ações de educação ambiental, pedindo parceria institucional.

Laudivon Nogueira expôs projetos e as iniciativas executadas pelo TJAC, com base no Plano de Logística Sustentável (PLS), como as visitas guiadas, e lembrou da outra área de floresta urbana administrada pelo Judiciário, que é o Bosque do Juruá, em Cruzeiro do Sul. O magistrado também citou as medidas adotadas pela Justiça para atender o Programa Justiça Carbono Zero, instituído pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Para o presidente do TJAC, articular parcerias é essencial e contribui com o fortalecimento da proteção ambiental. “Nós temos aqui um tesouro que são essas áreas verdes. Vejo que estamos convergindo com nossa proposta. Afinal, o déficit ambiental impacta na saúde e qualidade de vida das pessoas. Precisamos tomar uma atitude. Essa articulação interinstitucional gera vantagens para todas as partes, especialmente, na priorização do cidadão. É um ganho para sociedade e para o futuro”, disse Nogueira.

Fotos: Gleilson Miranda/Secom TJAC

Emanuelly Silva Falqueto | Comunicação TJAC

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