Formação contribui para melhoria da produtividade e ao fortalecimento da colaboração, com processos mais eficientes e harmoniosos
Desenvolver competências de liderança, gestão do tempo e otimização de fluxos de trabalho em servidores(as) e gestores(as) do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), foi o objetivo do curso “Alta Performance com Liderança Humanística”, promovido pela Escola do Poder Judiciário do Acre promoveu nos dias 3 e 4 de novembro.
A formação contribui diretamente à melhoria da produtividade e ao fortalecimento da colaboração, tornando os processos institucionais mais eficientes e harmoniosos. Com carga horária de 12 horas/aula, conduzida pelo jornalista Gabriel Collaço, a capacitação englobou profissionais das unidades administrativas e judiciárias do TJAC.
Assessor pedagógico e coordenador de EaD, Collaço abordou diversas temáticas relevantes, dentre as quais a necessidade de se enxergar a liderança como construção de engajamento. Também sobre a relação entre tempo e poder e o impacto da tecnologia na maneira como homens e mulheres administram sua temporalidade, as relações de trabalho e de consumo no contexto contemporâneo.
Apresentou vídeos, propôs exercícios reflexivos, dinâmicas e indagações, como “quando convivemos na vicissitude do dia a dia, estamos atentos ao mundo que nos rodeia?”.

Não menos importante, criticou a fragmentação da atenção, a sobrecarga informacional e a síndrome da fadiga informativa, tão presentes hoje em dia na sociedade .
“Será que quando convivemos na vicissitude do dia a dia, estamos atentos ao mundo que nos rodeia?”, questionou o professor da Escola Superior da Magistratura do Estado de Santa Catarina.
“O curso me chamou bastante atenção pelo enfoque na comunicação. É preciso saber se comunicar bem para alcançar uma melhor condução e o equilíbrio das equipes de trabalho. Além disso, deve-se delegar as as atribuições, as atividades, de modo que os setores não fiquem dependentes de uma única pessoa (o gestor)”, analisou Maria Alice, que atua na Secretaria de Gestão Orçamentária e Finanças (Segof) do Tribunal.
Acostumada a lidar com a execução financeira dentro da Segof, a servidora ponderou que é “fundamental esmerilar as habilidades e os talentos das pessoas, sob um olhar mais humano e empático”.


