Interiorização do sistema eproc avança com treinamento na Esjud

Ao dominar as funcionalidades da nova ferramenta, é possível impulsionar uma operação fluída e integrada

A equipe do eproc promoveu nesta sexta-feira, 7, mais um treinamento na Escola do Poder Judiciário (Esjud). A capacitação presencial foi destinada a supervisoras, supervisores, diretoras e diretores de secretaria das varas cíveis e juizados das comarcas do interior. Essa etapa é o alicerce da interiorização que está com a implantação oficial prevista para o dia 19 de novembro.

O facilitador Jan Pimentel é também entusiasta da modernização do Judiciário acreano. “Eu me apaixonei pelo eproc à primeira vista, porque vejo que ele vai facilitar muito nosso trabalho. Nós almejamos ter bons índices de produtividade, mas que reduza a nossa carga de trabalho. Isso só é possível estudando o sistema, para aproveitar os recursos e realmente aprimorar a nossa rotina”. O treinamento dos servidores marca um ponto de inflexão na jornada do tribunal rumo à digitalização total.

O presidente do Tribunal de Justiça do Acre, desembargador Laudivon Nogueira, participou de forma virtual da abertura do treinamento, em razão de compromissos institucionais em outro município.

Entre as vantagens do eproc estão: maior eficiência e agilidade da tramitação processual; controle automático de prazos; otimização e automação de tarefas; redução de custos; interface intuitiva; processo 100% eletrônico; e aprendizado contínuo. Contudo, o desafio dos participantes será aplicar essa metodologia de trabalho, uma vez que é preciso liderar o processo de testes, ajustes de tarefas e conhecer bem a realidade de cada unidade para assim promover a maturidade funcional.

A diretora de secretaria da Vara Cível de Manoel Urbano, Jocicleia Martins, e a diretora dos Juizados Especiais Cíveis de Senador Guiomard, Zilma Barreto, tiraram dúvidas sobre as etapas que podem ser automatizadas, visto que a automação eliminará ou simplificará atividades manuais e repetitivas.

O supervisor dos Juizados Especiais Cíveis de Plácido de Castro, Frank Brito, teve uma percepção otimista sobre o eproc. “Há uma ansiedade pela novidade, mas nós sabemos que houve um estudo para implantar o sistema, então acredito que ele vai ajudar na rotina de trabalho. Achei a automação bem interessante e, pelos  que vi nos cursos que fiz no Portal do Conhecimento, acho que o eproc vai instigar muitas facilidades”, descreveu.

Representando a vara de Porto Acre, Márcia Caruta, também compartilhou uma visão positiva sobre as novidades. “Estou ansiosa, quero aprender tudo rapidamente! Acredito que vai ter mais agilidade no desenvolvimento dos processos e também que vai diminuir toda a movimentação que a gente faz, porque todo dia fazemos muitos movimentos e aí o eproc vai diminuir parte disso”, explicou.

Com a equipe apta a operar o eproc, a expansão gradual segue cumprindo o cronograma estabelecido. Mais do que uma simples mudança de software, a transição para o eproc reflete uma transformação cultural no ambiente de trabalho.

Fotos: Elisson Magalhães/Secom TJAC

Miriane Braga Teles | Comunicação TJAC

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