Diretores das unidades criminais de Rio Branco conhecem processo de migração para o eproc

Após a adoção inicial do sistema pelo Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), foi iniciado um cronograma amplo e planejado de expansão.

 

Os diretores das unidades criminais da Comarca de Rio Branco participaram, nesta quinta-feira, 12, de reunião para alinhamento das etapas de migração para o Processo Judicial Eletrônico (eproc), que passará a operar nas respectivas unidades a partir do dia 27 de março de 2026.

O encontro foi realizado na Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação (Setic) e contou com a presença das equipes de Gestão, de Negócios e de Desenvolvimento do sistema, responsáveis pela condução do processo de implantação, além do juiz representante da Corregedoria-Geral da Justiça, Cloves Ferreira.

 

 

A reunião foi presidida pela gestora local da implantação do eproc, juíza Louise Kristina Santana, que apresentou o fluxo de trabalho da nova ferramenta, destacou os principais desafios da transição e ressaltou as melhorias já observadas nas unidades em que o sistema foi implantado. Também foram detalhadas as estratégias de migração e o cronograma de capacitações destinadas a magistrados e servidores.

“A partir das experiências com outras unidades, a transição é mais fluida nas varas em que, desde o início, é estabelecida uma estratégia, ao invés de aguardar o dia da implantação para realizar o primeiro contato com o sistema”, afirmou a magistrada.

 

 

Para o diretor de Secretaria da Vara Estadual do Juiz das Garantias da Comarca de Rio Branco, Elielton Ferreira, a migração representa um avanço relevante para a padronização e a melhoria dos fluxos de trabalho.

“A migração para o eproc representa um avanço muito importante em termos de padronização, eficiência e celeridade processual”, destacou.

O diretor também ressaltou a importância do período de adaptação e das capacitações oferecidas. “Com o tempo, magistrados e servidores percebem que se trata de uma oportunidade para reorganizar fluxos e otimizar a rotina de trabalho. A expectativa é que, com a devida capacitação, possamos ampliar a produtividade, alcançar metas e indicadores e conferir maior celeridade ao fluxo processual”, completou.

O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) vem empreendendo, ao longo do último ano, um esforço institucional estruturado para a implantação do eproc. Após a adoção inicial do sistema pelo Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), foi iniciado um cronograma amplo e planejado de expansão. Atualmente, o Tribunal se encontra na fase final do calendário de implantação, que contempla as competências criminais e da Infância e Juventude.

 

Fotos: Elisson Magalhães/Secom TJAC

 

Ana Paula Batalha | Comunicação TJAC

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