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Poder Judiciário do Estado do Acre | Poder Judiciário Acreano organiza virtualização de inquéritos policiais de violência doméstica

Poder Judiciário Acreano organiza virtualização de inquéritos policiais de violência doméstica

Atuação conjunta da Justiça Acreana com órgãos públicos visa garantir que inquéritos tenham resposta rápida.

O Poder Judiciário Acreano reuniu-se, na quinta-feira, 28, com instituições públicas do Estado ligadas à segurança e proteção dos direitos das mulheres, para colaborar com a virtualização de inquéritos policiais que estão na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), em Rio Branco.

A intenção é garantir a agilidade no andamento desses inquéritos, pois, devido o grande volume de novos casos registrados diariamente, a DEAM encontra-se com aproximadamente seis mil inquéritos no papel que ainda não foram encaminhados à Justiça.

Uma força-tarefa foi articulada para virtualização dos documentos e o Judiciário Acreano auxiliará com planejamento e treinamento, e abrirá um acesso ao sistema E-SAJ para que a delegacia possa enviar o inquérito online.

O vice-presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), desembargador Laudivon Nogueira, destacou que para os inquéritos se tornarem processos judiciais é preciso que sejam apresentados pelo Ministério Público, contudo, antes disso acontecer, são realizadas várias fases, iniciando na investigação até a virtualização desses documentos.

A colaboração institucional conta com a atuação da gestão administrativa do TJAC, Biênio 2019-2021, da Coordenadoria Estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar da Justiça Acreana, da Secretaria de Estado de Policia Civil, do Instituto de Assistência e Inclusão Social (IAIS) do Estado, além de servidores judiciários da Diretoria da Tecnologia da Informação (Ditec) e do Núcleo de Estatística e Gestão Estratégica (Nuege).

Para a desembargadora Eva Evangelista, titular da Coordenadoria Estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar do TJAC, a virtualização dos inquéritos policiais de casos de violência doméstica aumentará a proteção às mulheres.

“Prepondera o compromisso social do Tribunal de Justiça com a causa da prevenção, enfrentamento e combate à violência doméstica e familiar no Estado, para identificação do acervo de processos tanto nas unidades judiciárias quanto nas delegacias especializadas e genéricas, em matéria de violência doméstica, promovendo integração do sistema SAJ (processo virtual) e redução de quantitativo de inquéritos e processos em andamento como resposta efetiva do sistema de justiça”, explicou a magistrada.

Experiência modelo

O vice-presidente do TJAC, que também é presidente do Comitê de Governança da Tecnologia da Informação, desembargador Laudivon Nogueira, ressaltou a necessidade da ampliação do diálogo institucional para que seja dada resposta às vítimas de violência doméstica e explicou, ainda, que a experiência servirá de modelo para outras delegacias.

“Nós acreditamos que é uma medida que vai conferir mais celeridade aos inquéritos e mais efetividade à Lei Maria da Penha. Esperamos que essa experiência com a DEAM se espalhe para todo o Estado”, comentou o desembargador.

Além disso, participaram do encontro o corregedor-geral da Justiça, desembargador Júnior Alberto, o juiz-auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça (Coger) Leandro Leri Gross, a juíza de Direito Shirlei Hage, titular da Vara de Proteção à Mulher da Comarca de Rio Branco, o secretário de Estado de Polícia Civil Rêmulo César, a coordenadora Estadual da Política para as Mulheres do Instituto de Assistência e Inclusão Social (IAIS), Isnailda Gondim, a delegada Juliana D’angelis da DEAM, e servidores do Poder Judiciário.

O juiz-auxiliar da Coger, Leandro Leri Gross, enfatizou: “precisamos dar uma resposta jurisdicional às mulheres que estão sofrendo violência no âmbito doméstico, e também é necessário restabelecermos, reorganizarmos os fluxos de gestão dos processos para evitar o acúmulo dos inquéritos”.

Assessoria | Comunicação TJAC

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