Questão da intersecção de gênero e raça para eficácia de medidas protetivas e atuação em rede para interrupção do ciclo da violência foram assuntos abordados no evento
Integrantes da Coordenadoria Estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Comsiv) do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) participaram na sexta-feira, 13, do II Fórum Paulista de Juízas e Juízes de Violência Doméstica e Familiar contra Mulher (Fovid), em São Paulo.
O evento foi promovido em parceria com a Escola Paulista da Magistratura (EPM) e a juíza Andréa Brito, coordenadora da Comsiv, junto com a servidora da Justiça Isnailda Silva estiveram presentes.
Entre os assuntos abordados estavam: diálogo entre gênero e raça para garantir a eficácia das Medidas Protetivas; aspectos práticos da atuação em rede para romper com o ciclo da violência; e foi realizada uma oficina sobre a rota crítica da mulher em situação de violência.
O debate sobre o tema é ainda mais urgente diante dos dados divulgados em maios pelo Ministério da Segurança Pública, no Mapa da Segurança Pública de 2025. O documento mostra que o número de feminícidios aumentou no ano passado, com uma taxa que representa a morte de quatro mulheres por dia.


