Desembargadores conversaram sobre a importância da integração entre as unidades do interior e o Tribunal de Justiça, destacando o compromisso com a melhoria dos serviços prestados à população

Membros da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), o desembargador Francisco Djalma (presidente) e a desembargadora Denise Bonfim estiveram, nesta quarta-feira, 22, em visita institucional à Comarca de Assis Brasil. A agenda incluiu reunião com os servidores e as servidoras com o objetivo de fortalecer o diálogo e acompanhar de perto a realidade do trabalho desenvolvido no município.

O procurador de Justiça do Ministério Público do Acre Almir Branco, que acompanha as sessões itinerantes da Câmara Criminal no Alto Acre, e o desembargador Lois Arruda também estiveram presentes na visita.

Durante o encontro, os desembargadores conversaram sobre a importância da integração entre as unidades do interior e o Tribunal de Justiça, destacando o compromisso com a melhoria dos serviços prestados à população. Em nome do presidente do TJAC, os desembargadores se comprometeram em levar as demandas solicitadas à Presidência. 

 

 

“O contato direto com as comarcas nos permite compreender melhor as demandas locais e valorizar o esforço de cada servidor, que é essencial para o funcionamento da Justiça”, afirmou o desembargador Francisco Djalma. 

A desembargadora Denise Bonfim também ressaltou o papel fundamental das equipes: “Temos servidores dedicados, que enfrentam desafios diários com comprometimento e zelo. Estar aqui é reconhecer esse trabalho e reafirmar o apoio do Tribunal”, destacou.

Servidores do Colegiado acompanharam a visita reforçando o caráter institucional e de proximidade do encontro. 

 

 

Alessandra Rufino, servidora do Poder Judiciário acreano na Comarca de Assis Brasil agradeceu pela visita e disse ter se sentido honrada. Ela, que já trabalhou como voluntária por cinco anos no Fórum da Comarca de Brasiléia, em 1999, e prestou concurso em 2002, sendo convocada em 2024, e ficou lotada em Assis Brasil, ressalta o quanto é importante os membros ouvirem in loco as demandas dos servidores.

“Os nossos resultados chegam à sede, mas pra gente fazer chegar os resultados é por meio de muita demanda, então, é interessante que os desembargadores conheçam a realidade da gente que fica no interior”, disse.